Solares de Portugal – Viajar no tempo, habitar o património

Pernoitar num dos Solares de Portugal é usufruir da calorosa hospitalidade e boas–vindas, que são uma arte das famílias portuguesas. É também conviver com um património rico em história e cultura e com uma secular tradição que os donos das casas partilham com os seus hóspedes, de modo cortês e simples.

Os Solares de Portugal agrupam um conjunto de mansões, solares, quintas e casas dispersos por todo o território nacional. Fazem parte do património arquitectónico de Portugal e são repositório da sua História e das muitas histórias locais que contribuíram para a cultura e tradição do nosso País.

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A oferta dos Solares de Portugal divide-se em três categorias: Casas Antigas, Quintas e Herdades e Casas Rústicas, consoante a sua imponência, quer na dimensão, espaços envolventes e jardins, quer na decoração e peso histórico.

As Casas Antigas caracterizam-se pela sua arquitectura erudita e muitas delas remontam aos séculos XVII e XVIII. Nas Quintas e Herdades, o acolhimento faz-se num ambiente mais rural, pois estas casas constituem o assento de lavoura, ainda vivo e palpitante, da propriedade agrícola em que se enquadram.

Para quem preferir usufruir da calma da vida do campo, existem as Casas Rústicas, com grande valor etnográfico, na medida em que usam na sua arquitectura – simples e de pequenas dimensões – materiais e processos construtivos caracteristicamente locais.

A parceria celebrada com os Solares de Portugal permitiu-nos conhecer e dar a conhecer algumas destas pérolas do nosso património.

Aqui fica o resumo!

Brotas e as Casas de Romaria

Brotas é terra de devoção a Nª Senhora. Culto mariano multisecular que a seu tempo se expandiu pelo mundo. Dessa devoção e da necessidade de abrigar os peregrinos organizados em Confrarias, nasceram as Casas  de Confraria – ou de Romaria.

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Brotas – Santuário ao fundo

Sobre elas escrevi:

… do Santuário sai a Rua da Igreja. Nela se situam a maioria das Casas de Confraria. Estas casas, em que cada uma leva o nome da origem das confrarias de devotos, serviam para albergar os romeiros que vinham prestar culto à Santa.

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Santuário de Nª Sª de Brotas
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Santuário de Nª Sª de Brotas – Interior
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Imagem de Nª Sª de Brotas (a mais antiga)
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Largo do Santuário. Em frente a Rua da Igreja e de um lado e outro, as Casas de Romaria

Os tempos eram outros e as deslocações faziam-se muito lentamente. De Setúbal por exemplo, media-se em vários dias o tempo de caminhada. Por isso, também quando chegavam, para lá do descanso necessário, também o culto se prolongava. E era nestas casas que os romeiros se alojavam. Vinham por confraria e quando uma abalava, logo outra vinha ocupar o seu lugar e as casas.

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Casa de Romaria
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Casas de Romaria

As Casas de Romaria são uma unidade de Turismo em Espaço Rural que através da recuperação de 6 destas Casas de Confraria permite aos seus visitantes usufruírem em simultâneo dos confortos da vida moderna mas instalados em habitações com 600 anos de história. Casas tipicamente alentejanas, de branco caiadas e com as suas riscas coloridas, que mantém a traça original e estão decoradas de forma singela com os artefactos típicos que ilustram a vida nesta região.

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Ficar numa destas casa – no caso, a da Confraria de Palmela – é partilhar com o conforto do Séc. XXI, a vivência histórica de uma profunda devoção hexacentenária!

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Casa da Confraria de Palmela

E à noite, é mágico escutar o silêncio dos campos que nos rodeiam!

Toda a história na crónica Brotas – o segredo escondido do Alentejo!

Casa do Terreiro do Poço em Borba
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Borba – Casa do Terreiro do Poço

Borba é uma cidade alentejana típica – curiosamente, a mais pequena cidade do Alentejo –  com as suas ruas de calçada estreitas, o casario branco de casas maioritariamente térreas. Foi conquistada aos mouros em 1217 (tal como Vila Viçosa) e um século mais tarde foi-lhe atribuído foral de vila. Muito antiga, anterior à nacionalidade, Borba vive um pouco na sombra da vizinha e faustosa terra dos Duques de Bragança.

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Borba – Pedaço da muralha e casario
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Borba – Capela

E alguns dichotes não perdoam. Desde a referência que Borba tem uma fonte muito bonita….porque já não havia sítio em Vila Viçosa para lá a colocar ou o facto mais picante de ser onde os senhores nobres da outrora faustosa Vila (hoje cidade) Ducal alojavam as senhoras da sua predilecção, suficiente próximas para visitas frequentes e minimamente afastadas para não haver confusões…

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Borba

Situada em zona central de Borba, a Casa do Terreiro do Poço viria revelar-se a enorme surpresa desta viagem. E logo no início, uma pequena demonstração da forma como fui acolhido: o meu anfitrião aguardava-me convenientemente protegido da chuva que já há algumas horas não dava tréguas, para me ajudar a estacionar e acondicionar a moto. De imediato se disponibilizou para me recolher o fato que vinha já ensopado (mas cumpriu a sua obrigação de me deixar seco!) e colocá-lo a secar no sitio mais quente da casa, a casa das máquinas. Assim foi e no dia seguinte não só tinha o equipamento como se nada se tivesse passado como à hora de saída me entregou as luvas aquecidas!

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Casa do Terreiro do Poço

Somos tratados como amigos. Como família. É essa a verdadeira diferença entre a hotelaria “normal” e a possibilidade de sermos acolhidos em casas familiares, cujos proprietários fazem questão de nos fazer sentir como se em nossa casa estivéssemos. Ou melhor ainda….

A Rita e o João, os meus anfitriões brindaram-me com um acolhimento fantástico. Tal como fantástico é o trabalho que ao longo do tempo têm feito para transformar a Casa do Terreiro do Poço naquilo que é: uma série quase infindável de caixinhas de surpresas, tantas quantos os quartos – 13 – que disponibiliza.

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Páteo da Casa do Terreiro do Poço – os meus anfitriões

A Casa original data do Séc XVII (o piso térreo) tendo sido depois sucessivamente aumentada no séculos seguintes, com dois novos pisos. No último, já no Séc XIX, podemos observar nos quartos, escadaria e corredores, pinturas murais em diferentes estágios de conservação mas que têm vindo a ser recuperados com desvelo.

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O poço!

Hoje, a Casa do Terreiro do Poço é constituída por outras casas contíguas que os proprietários vieram sucessivamente a agregar tendo todas elas como zona comum um frondoso páteo – quase uma pequena selva interior-  para garantir a frescura nos meses de canícula. Ao lado, um pavilhão com ampla zona de convívio fronteira à piscina.

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Casa do Terreiro do Poço – Piscina

Devo dizer que a dado momento da visita guiada pelo João (que para lá da descrição e da história de cada pedaço, ia complementando com detalhes e curiosidades sempre interessantes e com algumas pinceladas de humor) estava completamente perdido…parece labiríntico. O que só lhe aumenta o interesse…

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Casa do Terreiro do Poço – Páteo

Cada quarto – são mais que simples quartos! – tem uma componente temática, com decoração adequada repleta de criatividade e bom gosto. Por isso, mais que um quarto, cada um é um verdadeiro cenário capaz de despertar a imaginação dos seus ocupantes tornando a estadia, de facto, memorável.

O quarto onde pernoitei:

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Casa do Terreiro do poço – Quarto

À medida que ia percorrendo a Casa, os quartos, uma ideia me acorreu à mente: não fotografar nem descrever os quartos (até porque na net é possível encontrar algumas imagens). Porquê? Porque o sentimento de surpresa de cada vez que uma porta se abria e eu era transportado para um imaginário diferente do anterior merece ser destacado. Se alguém tiver curiosidade em conhecer e ficar aqui alojado, que venha de mente aberta e preparado para ser surpreendido.

Depois…bem, cada um tem a sua própria imaginação e criatividade…

Um quarto numa antiga cozinha? Uma suite dourada? Um quarto decadente? Ou um quarto étnico? …Com decorações a condizer, pois claro! E que tal uma verdadeira taberna à antiga ou uma adega? Afinal estamos em Borba…

Deve referir-se que existem quartos preparados para quem viaja com filhos pequenos, para pessoas com deficiência, para quem não se separa dos seus animais, o que só enriquece a oferta e enaltece o espírito de ir de encontro às necessidades de quem procura um local para descansar e usufruir.

E esta julgo ser a melhor homenagem que posso fazer à criatividade, perseverança, sentido estético e muito, mas mesmo muito trabalho que a Rita e o João têm dedicado à Casa do Terreiro do Paço.

Quanto à forma como fui acolhido, já atrás o referi: como um amigo de longa data. Assim, apenas posso deixar o testemunho da minha gratidão e amizade.

Toda a história na crónica Borba – A filha alentejana de um deus menor

Na Atouguia da Baleia, a Casa do Castelo

No Sec XII, D. Afonso Henriques outorgou estas terras aos irmãos Guilherme e Robert de Corni, cruzados franceses, em agradecimento a serviços prestados nas lutas contra os Mouros, nomeadamente a conquista de Lisboa. Chamava-se assim o território pois nele abundavam touros selvagens. A denominação actual – Atouguia – deriva de sucessivas evoluções do termo ao longo de 2 milénios. Ainda hoje, defronte da Igreja Matriz é possível ver alguns dos pilares que circundavam o Touril onde esses touros bravos eram depois exibidos nas festas medievais (e provavelmente as antepassadas das touradas actuais…).

História diferente tem o acréscimo “da Baleia”. Conta-se que por volta de 1526 terá dado à costa, num lugar então chamado Areia Branca, uma baleia que “tinha de comprimento 30 côvados” (cerca de 15 metros). Daí a Atouguia…da Baleia. Na Igreja de São Leonardo pode ser vista uma grande costela de baleia petrificada que, diz a lenda, pertenceria ao tal cetáceo.

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Igreja de S. Leonardo

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Casa do Castelo

Situada mesmo defronte da Igreja de São Leonardo fica a Casa do Castelo. A ela cheguei já a tarde caminhava para noite. Ainda a tempo de vislumbrar a beleza arquitectónica do edifício e o seu enquadramento paisagístico. Que é relevante, uma vez que está encostado a parte da muralha do que em tempos foi o Castelo da Atouguia, de origem mourisca e datado do Séc XII, em perfeita simbiose.

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Casa do Castelo – Muralha, jardim interior e ao fundo, o Baleal

E desde logo, fomos simpaticamente acolhidos pelo nosso anfitrião. Estacionada a moto, não pudemos deixar de ficar impressionados com o enorme e centenário dragoeiro que nos aponta o caminho da Casa. Diga-se que, como me foi contado, esta belíssima árvore classificada perdeu uma parte importante do seu porte no ano passado, mas não perdeu a sua altivez e majestade. Impressionante!

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Casa do Castelo e o imponente dragoeiro

A Casa do Castelo, precioso abrigo depois de uma jornada menos luminosa que o desejado mas não menos interessante, acolheu-nos. E desde logo nos deixou favoravelmente impressionados. Quer pela beleza do edifício, testemunho da sua história secular. Construída no Séc. XVII sofreu profunda transformação e ampliação nos princípios do Séc XIX, como aliás é comum nestas casas senhoriais que cresciam à medida que as famílias aumentavam e reflexo da sua própria prosperidade.

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Casa do Castelo

Nos finais do século passado, obras profundas de recuperação e restauro, concluídas em 1995, devolveram o brilho e elegância ao edifício e dotando-o então das características no seu interior adequadas à actual função: um turismo de habitação que acolhe os seus visitantes como se de velhos amigos se tratassem. Essas obras procuraram respeitar a antiga traça do edifício mas dotando-o agora dos confortos modernos.

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Casa do Castelo – interior
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Casa do Castelo – interior
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Casa do Castelo – interior
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Casa do Castelo – interior
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Casa do Castelo – interior

Também o antigo páteo virado a poente foi adaptado, com as antigas instalações da faina agrícola (cocheiras e galinheiros) transformadas em simpáticos apartamentos com um alpendre acolhedor sobre a apelativa piscina (estivesse melhor o tempo e não teria escapado a um mergulho…).

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Casa do Castelo – pátio
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Casa do Castelo – pátio
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Casa do Castelo – pátio

A última palavra é a mais importante. Por mais bela que uma casa seja, a verdadeira alma vem daqueles que a habitam. E a capacidade de nos fazerem sentir que estamos em “nossa casa” e podermos desfrutar, com a simplicidade da amizade, da história e da vida, neste caso, da Casa do Castelo. Assim, uma enorme gratidão pelo acolhimento e pelo convívio que o João e a Maria me proporcionaram nesta curta mas memorável visita à Casa do Castelo.

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Com o meu caríssimo anfitrião!

Toda a história na crónica Certo, certo…é o tempo incerto!

Quinta da Alcaidaria-Mór em Ourém

OurémAuren (ou Portus Auren no seu termo latino) ou ainda Abdegas, se formos caminhando para trás na História era o destino. E a Quinta da Alcaidaria-Mór o porto de abrigo.

Ourém tem foral concelhio desde 1180, outorgado pela infante D. Teresa, Filha de D. Afonso Henriques e D. Mafalda. Afirma-se aliás no documento correspondente que o local onde o castelo foi construído se chamava anteriormente Abdegas. Por outro lado, no foral de Leiria (de 1142) era referida a designação Portus de Auren (Porto de Ourém) e referir-se-á a um curso de água, provavelmente a Ribeira de Seiça .

Mas a lenda conta-nos outra história: a “Lenda de Oureana” foi divulgada por Frei Bernardo de Brito na “Crónica da Ordem de Cister” (Livro VI, Cap. I). Assim conta-se que num ataque surpresa a Alcácer do Sal, no dia de São João de 1158, o cristão Gonçalo Hermigues, com alguns companheiros, raptou uma princesa moura chamada Fátima e trouxe-a para o lugar na Serra de Aire que depois se veio a chamar pelo nome da princesa. Mais tarde, no seu cativeiro, a moura apaixonou-se pelo cristão e resolveu baptizar-se para poder casar com o seu amado. Para seu nome de baptismo escolheu Oureana. Daqui, segundo a lenda, teria tido origem o nome da vila de Ourém.

A Quinta da Alcaidaria-Mór recebe-me com uma alameda frondosa e ao chegar ao pátio principal sou surpreendido: a beleza do seu edifício principal, a curiosidade pela pequena capela à nossa esquerda ou a convidativa piscina defronte. A tarde ia avançada, senão….

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Quinta da Alcaidaria-Mór – Edificio principal
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Quinta da Alcaidaria-Mór – alameda de entrada
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Quinta da Alcaidaria-Mór – pátio exterior
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Quinta da Alcaidaria-Mór – Piscina

Consegui também ver, desde logo, que as antigas instalações dedicadas à faina agrícola estão agora bem aproveitadas para a finalidade turística que até aqui nos conduziu. Sendo esta uma das primeiras unidades de turismo de turismo de habitação no País e a primeira na região centro, está aberta ao público desde 1984.

A história da Quinta cruza-se com a história da região. E esta claramente com a de Portugal. Conta-se que aqui, na capela, o Condestável D. Nuno Álvares Pereira terá ajoelhado e pedido a protecção divina a Santa Luzia, quando a caminho de Aljubarrota. Em 1385…

A propriedade está na posse da família de Nuno Vasconcelos – que tão bem nos acolheu, mostrando os mais pequenos recantos, contando a história e referindo também os seus projectos – desde o Séc XIX, quando o seu antepassado foi agraciado com o título de 1º Barão de Alvaiázere pela excelência da assistência médica prestada a El-Rei D. João VI, inclusivamente acompanhando-o no exílio brasileiro devido às invasões napoleónicas.

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Quinta da Alcaidaria-Mór – pormenor do exterior
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Quinta da Alcaidaria-Mór – pormenor do exterior
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Quinta da Alcaidaria-Mór – pormenor do exterior

É no edifício principal que ficam os quartos principais, bem como a magnífica e imponente Sala de Jantar. As escadarias, as paredes que exibem a pedra que lhes dá forma, os recantos, os tectos em madeira, as óbvias referências monárquicas e à Casa de Malta, tudo contribui para a extraordinária beleza do edifício e para o ambiente que, apesar de impregnado de História, não deixa de ser acolhedor. Muito acolhedor mesmo.

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Quinta da Alcaidaria-Mór – interior – recepção
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Quinta da Alcaidaria-Mór – interior
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Quinta da Alcaidaria-Mór – interior
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Quinta da Alcaidaria-Mór – interior
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Quinta da Alcaidaria-Mór – interior
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Quinta da Alcaidaria-Mór – interior
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Quinta da Alcaidaria-Mór – interior – sala de jantar
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Quinta da Alcaidaria-Mór – interior

Ao lado, nas antigas instalações agrícolas, fica uma esplêndida sala de convívio e lazer, bem como alguns apartamentos que garantem aos seus ocupantes a tranquilidade tão ansiada por quem aqui resolva passar uns dias. E ainda há espaço e edificação para crescer. Um pouco acima, um pavilhão que permite assegurar a realização de alguns eventos contribui para aumentar a polivalência e a pluralidade da oferta.

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Quinta da Alcaidaria-Mór – sala de convívio
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Quinta da Alcaidaria-Mór – sala de convívio

E tudo isto, rodeado de um bucólico ambiente campestre que a extensão da Quinta garante, onde predomina o verde e impera a frescura.

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Quinta da Alcaidaria-Mór -apartamento exterior
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Quinta da Alcaidaria-Mór – apartamento exterior
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Quinta da Alcaidaria-Mór – pormenor do exterior
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Quinta da Alcaidaria-Mór – pormenor do exterior
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Quinta da Alcaidaria-Mór – pormenor do exterior
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Quinta da Alcaidaria-Mór – pormenor do exterior

Se o objectivo for aproveitar uns dias para um repouso absoluto, num ambiente de grande tranquilidade, rodeados de História e de histórias, com o máximo conforto e requinte, então a Quinta da Alcaidaria-Mór cumpre todos estes requisitos. Até porque merece que a estadia se prolongue para se poder absorver todo o ambiente que a rodeia. E, como a crónica tenta demonstrar, a zona que a rodeia merece incontestavelmente uma visita detalhada.

Toda a história na crónica Certo, certo…é o tempo incerto!

P’rós Amigos!

O Viagens ao Virar da Esquina convida os seus amigos e seguidores para viajar consigo no tempo conhecendo a historia e estórias únicas e identitárias dos Solares de Portugal, verdadeiros guardiões do Turismo de Habitação e do TER (Turismo no Espaço Rural) em Portugal.

Ver como em P´rós Amigos!

Um pensamento em “Solares de Portugal – Viajar no tempo, habitar o património”

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