Fui o tipo mais cool do bairro…e arredores!

Impassível. Despreocupado. Cool…
A experiência de voltar atrás, ao espirito dos loucos Sixties, a bordo de uma vintage do século XXI.

Quando em Agosto de 1956, o americano John Allen bateu o recorde de velocidade em duas rodas com a marca de 214,4 mph – mais de 340 km/h – em Bonneville, nos lagos salgados do Utah, não imaginava o que daí adviria para a  história do motociclismo. Da qual faria parte, de qualquer forma, pela marca alcançada.

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Texas Cee-gar – 1956

O seu “Texas Cee-gar” – uma moto com uma carenagem completa em forma de charuto – utilizava um motor de 650 cc oriundo da Triumph Thunderbird que debitava a potência de 65 cv.

Este sucesso levou a marca britânica a lançar um modelo comemorativo a que chamou Bonneville e viria a ser nas décadas seguintes (a sua produção terminou nos finais dos anos 80, já sob licença porque a Triumph tinha entretanto fechado) não só um sucesso de vendas como se tornou um modelo mítico e representativo de uma certa forma de estar na vida.

A solução foi simples: um quadro trapezoidal que servia de berço ao motor (o bicilindrico tornado famoso pelo record de velocidade) e onde assentavam o assento direito e com 2 lugares e um depósito bojudo. A suspensão traseira tinha dois amortecedores laterais que completavam a estética das linhas de escape, obviamente cromadas, uma de cada lado. Finalmente, o guiador numa posição alta e descontraída.

Bonneville 1960
Triumph Bonneville 1960

Esta foi a fórmula da Bonneville. Que não só lhe trouxe um imenso sucesso, como marcou a evolução do motociclismo até que, nos inícios dos anos 70 começou a invasão oriental. A estética não era muito diferente mas a qualidade e, principalmente, as performances rapidamente “afogaram” a já então moribunda indústria motociclística britânica

Aquela forma despreocupada quase displicente, passando pela vida serenamente…vivendo-a intensamente, sempre imperturbável. O paradigma do que se chamou “ser cool”. E a moto era um elemento fundamental do “outfit”!

Como costuma acontecer, o cinema não perdeu tempo a difundir a atitude da moda e a criar os seus heróis. Foi o tempo de James Dean, Steve McQueen, Paul Newman…entre outros. Ou o famoso e inabalável Arthur Herbert Fonzarelli – o Fonzie da série de TV “Happy Days”…. personificado pelo actor Henry Winkler… a quem sobrava estilo e bastava um estalar de dedos para se ver rodeado pelas miúdas mais giras das redondezas!

E estamos a chegar ao ponto. Será que é possível hoje ter essa atitude? Será que no Século XXI temos a possibilidade de “voltar atrás” e ser o tipo mais “cool” do bairro?

A resposta é sim. Mas dificilmente se aplica ao escriba. Sem perfil, idade ou atitude para tal…embora me sinta confortável com a descontracção que a caracteriza!

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E a afirmativa está ligada à moto que vos apresento: a Royal Enfield Interceptor 650! A moto mais “cool” do meu bairro…enquanto por cá andou! Disso não tenho dúvidas.

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A Interceptor recria o visual dessa época e o seu comportamento transporta o nosso imaginário para uma onda de revivalismo. Não se esperem performances do século XXI. Até porque para ser “cool” tem que se ser visto e isso implica passar devagar…não demasiado devagar, atenção! Para se ser “cool”, embora não pareça, tem que haver algum cuidado nos detalhes…

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Tem a Royal Enfield, uma marca de motos que hoje é indiana, legitimidade para se assumir como porta estandarte desta forma de ser e estar, na actualidade? A resposta está na sua história que merece ser lembrada.

A história longa, muito longa, da Royal Enfield

20210706_114615O primeiro dado: a Royal Enfield é a marca de motos há mais tempo em produção contínua em todo o mundo. Celebra 120 anos em 2021! Mas a história até começa antes e permite-nos perceber porque o seu lema é “Made Like a Gun”.

MadeLikeaGunEm Novembro de 1891, no Reino Unido, os empresários Bob Walker (R.W.) Smith e Albert Eadie adquirem a George Townsend & Co. de Hunt End, em Redditch. A Townsend é um respeitado fabricante de agulhas, que tinha começado recentemente a fabricar bicicletas.

Dois anos depois, em 1893, a George Townsend & Co ganha um contrato para fornecer peças de precisão à Royal Small Arms Factory de Enfield, Middlesex. Para celebrar esta prestigiada encomenda, a empresa passa a chamar-se Enfield Manufacturing Company Ltd. e batizam como Enfield a primeira bicicleta desenhada por Bob Walker Smith. No ano seguinte, as bicicletas passam a chamar-se Royal Enfields e é introduzido o lema ‘Made Like a Gun’.

20210706_114325.jpgComo aconteceu nessa época, foram empresas que fabricavam outros tipos de equipamentos mecânicos que deram origem a muitas das marcas de veículos motorizados (o motor de combustão dava os primeiros passos): fábricas de teares (Suzuki), de moinhos de café (Peugeot), de pianos e orgãos (Yamaha),de bicicletas (Triumph, Rover ou a americana Indian), de armas como a Royal Enfield ou, mais tarde, a Citroën!

No caso da Royal Enfield, o lema da companhia fazia todo o sentido: motos com características de robustez e fiabilidade tal como as exigíveis a uma arma.

Em 1898, o Sr. R.W.Smith projecta um quadriciclo motorizado com motor De Dion de 1,5 cv.

A primeira moto Royal Enfield é construída em 1901. Projecto de R.W. Smith e Jules Gotiet (francês), tinha um motor Minerva de 1,5 cv montado na parte frontal do garfo. Passaram 9 anos anos até ser apresentado o primeiro motor V2, no Stanley Cycle Show.

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Em 1924, depois de passados os tempos conturbados da 1ª Guerra Mundial, a Royal Enfield apresentava no seu catálogo 8 modelos diferentes. Na altura lançou a desportiva 351 – a sua primeira moto com motor com árvore de cames à cabeça, 4 tempos e mudanças no pé – e ainda uma moto a 2 tempos com 225cc destinada ao público feminino.

A lendária Bullet nasce em 1932. Moto cuja produção ainda se mantém! À época existia em 3 versões: 250, 350 e 500cc.

Em 1939 o mundo vê-se envolvido na 2ªGuerra Mundial. A Royal Enfield vai ter um papel fundamental e histórico na libertação da Europa. A empresa produz grandes quantidades de motos e bicicletas durante a 2ª Guerra Mundial destinadas ao exército britânico. O modelo mais conhecido foi a Airbone de 125 cc, conhecida como “Flying Flea” (“Pulga Voadora”). Com motor de 2 tempos, foi projectada propositadamente para ser carregada e lançada de aviões, em pára-quedas.

20210706_114359 (2).jpgO pós-guerra trouxe o final das colónias e em 1947 a India torna-se um estado independente do Império Britânico. 2 anos mais tarde a Madras Motors começa a importação de motos de marcas inglesas: Norton, Matchless e a Royal Enfield.

20210706_114353.jpgEm 1952, a Madras Motors recebe uma encomenda de 800 Bullet para o exército indiano. Foi o primeiro passo para a montagem de uma fábrica localmente e cujos primeiros modelos Bullet produzidos chegaram ao mercado em 1956.

20210706_114336 (2).jpgAté 1970, a Royal Enfield continuou a produzir motos no Reino Unido e na India. Foi nessa altura que cessou a produção no Reino Unido. Aí terminou a Royal Enfield “original”. Todavia, bastaram 7 anos para que a Royal Enfield regressasse à Europa: com a importação de motos provenientes da India.

Todavia, desde 1970 até 1994, correu um litigio sobre a utilização da designação “Royal”. Em 94, com a aquisição da Enfield India Ltd pelo grupo industrial Eicher, a marca passa a chamar-se Royal Enfield Motors.

Desde então, a expansão não parou: novos modelos, novos motores, novas fábricas e a chegada aos Estados Unidos em 2015.

Em 2016 um novo marco: o lançamento de uma moto com características totalmente diferentes. A Royal Enfield Himalayan….mas desta falaremos “dentro de momentos”!

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Convém referir um dado importante eque nos poderá ajudar a ter a noção da dimensão da Royal Enfield: até final do mês de Maio, as vendas do ano de 2021 ultrapassaram 276 mil motos! A Royal Enfield éo 4º maior fabricante mundial, à frente da Yamaha, por exemplo….e a Royal Enfield Interceptor é frequentemente a moto mais vendida no Reino Unido, acima dos 250cc.

E a Interceptor 650?

Como referi atrás, as linhas retro da Interceptor transportam-nos para um imaginário “cool”. Não é moto para corridas nem para grandes viagens (o que seria contraditório com o estilo).

É uma moto que mais do que nos transportar, corresponde ao que os marketeers definem como um “statement”. A afirmação de uma forma de estar…

20210708_174710.jpgAté porque as suas características técnicas são as indicadas para tal.

– Características Técnicas –

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Característica0002.jpgO equipamento disponível é bastante simples mas adequado ao estilo da moto.

Assim, apresenta um duplo manómetro circular em que o velocímetro e conta-rotações são analógicos, com visor digital com o nível de combustível e o odómetro (total e parcial) e luzes avisadoras (motor, bateria, óleo, descanso e neutro), descanso lateral e central, kit de ferramentas.

20210712_172858.jpgO que esta moto não tem (face aos padrões actuais): luzes em LED, controlo de tracção, acelerador ride-by-wire e modos de condução, etc. Não tem…e não precisa!

É fundamental referir que esta moto (bem como a sua irmã Twin, a Continental GT) foi desenvolvida no novíssimo Centro de Tecnologia em Inglaterra, em Bruntingthorpe Proving Ground, perto de Leicester, Inglaterra, inaugurado em 2017. E, porque é evidente no bom comportamento da moto, o quadro foi desenvolvido pela Harris Performance, o conhecido preparador britânico de motos de competição.

– Ao guiador – ergonomia –

A primeira impressão é de que a ergonomia da moto é muito boa. O assento direito permite-nos escolher a distância ao guiador que assenta perfeitamente, com uma postura ligeiramente inclinada para a frente.

O guiador é sobre-elevado e ligeiramente inclinado para nós. Se o condutor quiser, será possível ajustá-lo e adaptar melhor às suas características pessoais. Os espelhos são circulares e têm boa visibilidade. Possui também uma barra horizontal que além de evitar vibrações, permite a colocação de suportes para telemóvel e/ou gps, por exemplo.

20210708_174639.jpgAs pernas ficam flectidas em posição confortável. Todavia, a localização das peseiras faz com que, quando parados, as suas pontas toquem na perna e isso torna-se incómodo. Também o pedal do travão traseiro está posicionado ligeiramente abaixo da linha horizontal com a peseira. No meu caso, isso é agradável porque tenho tendência para conduzir com os pés ligeiramente inclinados.

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Os comandos situados no guiador são os habituais e têm boa qualidade. Aliás, essa é uma característica da Interceptor 650: a boa qualidade dos acabamentos que denotam a atenção que a Royal Enfield dedicou a este aspecto. Já os piscas têm um aspecto demasiado “plasticóide”…e com formato rectangular. A bem do estilo “retro” preferiria que fossem redondos.

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De referir, de forma muito positiva, que os manípulos são ambos reguláveis e os tubos dos travões são em malha de aço.

O grande farol dianteiro é redondo… nem de outra forma poderia ser!

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Já mencionei o assento: é direito e apresenta costuras em formato de losango que contribuem para o seu bom aspecto. À primeira vista é confortável.

20210708_174813 (2).jpgAs grandes cabeças dos cilindros, as enormes tampas cromadas do cárter e as duas linhas de escape laterais também cromadas com as grandes ponteiras a fazerem um pequeno ângulo para cima, dão aquele aspecto “vintage” e contribuem significativamente para a beleza da moto.

20210707_175337 (2).jpgAs duas tampas laterais em preto, tal como os tubos do quadro, com o logótipo da Interceptor 650 são o complemento estético perfeito para a elegância do depósito bojudo característico deste tipo de moto, com a respectiva tampa em “estilo Monza” de acordo com o estilo desejado.

20210708_174827 (2).jpgE aqui devemos destacar, porque contribuem de forma determinante para a personalidade de cada uma das opções disponíveis, as soluções cromáticas escolhidas pela Royal Enfield:

  • Baker Express – Branco com uma pequena faixa inferior vermelha
  • Ventura Blue – Azul céu e que foi a opção da moto ensaiada
  • Sunset strip – fundo preto com faixa inferior vermelha e uma fina risca branca a separá-las
  • Orange crush – cor de laranja quase, quase a parecer dourado
  • Mark 2 – cromado
  • Downtown drag – Preto e cinzento com uma linha diagonal azul claro a separá-las
  • Canyon red – vermelho forte

 Uma última palavra para o material rolante. Os pneus são da marca indiana CEAT que também equipa outros modelos da Royal Enfield.

20210712_164710 (2).jpgNão tendo levado a moto aos seus limites – ou dos pneus – nem tendo tido a oportunidade de os testar em piso molhado, direi que ao longo dos cerca de 250 km deste ensaio não identifiquei qualquer ponto fraco. O comportamento da moto foi sempre correcto e seguro.. Ainda assim….provavelmente, quando fosse para trocar, escolheria uma marca da qual tivesse mais pontos de referência.

– Ao guiador – condução –

A Royal Enfield Interceptor 650 foi a moto com a condução mais suave que experimentei nos últimos tempos! A condizer plenamente com a tal atitude “cool” referida no início.

VIRB0599_Moment(2).jpgQuando a colocamos a trabalhar, destaca-se desde logo a “música” projectada pelo duplo escape. Grave e ritmada. Muito “cool” mesmo…

A caixa de velocidades funciona com uma suavidade notável. Seja no arranque, seja depois no engrenar das mudanças para cima ou a reduzir, tudo se faz com tranquilidade, sem falsos neutros, com toda a souplesse.

20210708_174742.jpgEsta não é moto para corridas – até porque tal contrariaria o estilo “Cool” desejado – a potência, os 47 cv chegam e sobram, nunca surge de forma intempestiva. Mas os mais de 52 Nm de binário entram em acção desde baixa rotação o que transmite grande elasticidade ao motor. Sentimos os dois cilindros a cumprirem a sua missão, de forma cheia. E sem vibrações!

VID_20210711_101401_Moment (2).jpgA moto ultrapassa com facilidade os limites máximos de velocidade (a fábrica indica como velocidade máxima 164 km/h, o que já será suficiente para adicionar uns pontitos no cartão de fidelização de condutor). Acima dos 100 km/h sentimos a falta de protecção aerodinâmica, o que é natural. Mas se o objectivo é manter a atitude “cool”, isso significa que o objectivo será andar de forma despreocupada (também faz parte ser visto!…) e logo a velocidades mais contidas.

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Dito isto, se a moto se conduz de forma positiva em cidade pois a sua maneabilidade é muito boa e a disponibilidade do motor já referida, permite as recuperações rápidas que a condução urbana exige, em estradas sinuosas é um verdadeiro prazer conduzi-la. Uma nota para a suspensão traseira: o seu curso (88 mm) tem alguma dificuldade em absorver as trialeiras urbanas (leia-se ruas de Lisboa…). Mas aí….se calhar a culpa não é da Royal Enfield Interceptor, digo eu.

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Sem plásticos a envolverem-na, sentimo-nos integrados na paisagem, o escalonamento da caixa é perfeito para explorarmos o binário disponível e a passagem das mudanças faz-se de forma impecável, graças à embraiagem que funciona com toda a suavidade. E isso permite-nos até que uma boa estrada sinuosa – por exemplo, o antigo troço do Rali de Portugal do Gradil, entre Mafra e a localidade que lhe dá o nome, por onde andámos – nos proporcione um enorme divertimento. E com uma banda sonora a condizer!

O conjunto das suspensões tem uma boa leitura do terreno e o conjunto funciona de forma adequada (salvo aquela excepção atrás referida). Quanto aos travões, mais uma vez funcionam muito bem em conjunto. O bom comportamento do travão traseiro compensa a menor (muito ligeira) eficácia dos dianteiros (bastante progressivos…lá está, uma “mordida” suave). De qualquer forma, não estamos a falar de motos para grandes “avarias”…pelo que que quer as suspensões, quer os travões se comportam de forma ajustada. Lembrem-se…esta é uma moto “cool“.

VIRB0635_Moment.jpgFinalmente, em auto-estrada: não é o meio ideal para esta moto. Pela falta de protecção aerodinâmica principalmente, mas porque também, ao fim de mais de uma centena de quilómetros, sentimos algum cansaço e o conforto inicial do assento revela-se um pouco maçador. Mas quem é o tipo verdadeiramente “cool” que quer andar em auto-estradas?

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Conclusão

Se o objectivo é ter uma moto com estilo retro, para uma condução urbana calma que seja um prazer nas voltas de fim de semana, que transmita uma certa imagem ao seu condutor com aquela atitude blasée, estilo “não me chateiem, que eu não estou nem aí…”, a Interceptor 650 é uma excelente opção. Até porque face à concorrência mais directa, o seu preço é verdadeiramente atractivo.

VIRB0601_Moment.jpgA INTERCEPTOR 650 CHR ES – com a pintura Mark 2 – custa, preço chave na mão, 7.658,22€ (preço base+ISV+Despesas de documentação+Ecovalor).

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Ou seja, por menos de 8 mil euros, o seu feliz proprietário poderá vestir “a pele” de um Steve McQueen dos tempos modernos, com uma moto de adequado estilo ”retro” mas plenamente conforme com as mais avançadas normas ambientais e de segurança: Euro5, ABS, motor de injecção.

Depois é avançar pelas ruas do seu bairro…e arredores, com a vaidade própria de ser o tipo mais “cool” das redondezas. Vá…admiradoras e invejosos, cheguem-se à frente!

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Foi o que eu fiz.

VIRB0597_Moment.jpgDurante uns dias fui o tipo mais “cool” do meu bairro.

20210708_175408.jpg Se deu resultado? …isso já é segredo profissional! Ou como diz o povo português: “presunção e água benta, cada um toma a que quer”.

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Fora de brincadeiras: a Interceptor 650 é uma excelente moto, dadas as suas características, e foi um verdadeiro prazer conduzi-la. E, pelo preço pedido, tanto pode ser uma excelente opção para primeira moto e utilização diária – até porque o consumo a rondar os 4 l/100 é bastante aceitável – como para segunda moto para aquelas deslocações ao café ou em passeio de fim de semana.

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E quando acompanhada por outros modelos da Royal Enfield, sentimo-nos verdadeiramente  transportados para outro tempo!

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Royal Enfield Interceptor 650 – o filme

O filme “Royal Enfield Interceptor 650 – A moto mais cool do bairro!” está aí.

É só carregar no link!

Notas finais

A Royal Enfield Interceptor 650 que me deu a oportunidade de viver uma experiência revivalista e, acima de tudo, muito divertida, foi gentilmente cedida pela Royal Enfield Portugal.

Uma palavra de apreço para a simpatia e disponibilidade da Zemarks, o concessionário da marca para a região de Lisboa e que se situa ali para os lados de Belém, na Travessa da Boa-Hora. Passem por lá se apreciam os modelos da Royal Enfield. Vale a pena!

Finalmente, muito obrigado aos meus companheiros habituais nestas aventuras motociclísticas, pela companhia, pelo apoio e pela ajuda na recolha de imagens.

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